Para <em>melhor</em> já basta assim
Para melhorar as condições de ensino no País o Governo Sócrates encerrou milhares de escolas e outras tantas estão na calha, pelo que agora há milhares de crianças forçadas à jornada de sol a sol e a trajectos de umas quantas dezenas de quilómetros para acederem ao direito à educação.
Para melhorar a assistência a grávidas e nascituros o Governo Sócrates encerrou maternidades a granel, pelo que agora há cada vez mais mulheres a dar à luz em ambulâncias e já se fala em formar bombeiros nas artes do parto, enquanto não se generaliza o hábito (ou a necessidade?) de recorrer às privadas clínicas que proliferam justamente lá onde os públicos serviços encerraram.
Para melhorar os cuidados de saúde à população de Norte a Sul do País o Governo Sócrates tem vindo a encerrar Centros de Saúde e/ou os respectivos Serviços de Atendimento Permanente (SAPs), pelo que é agora comum os «utentes» – curiosa e nada inocente forma por que passaram a ser chamados os doentes – se verem confrontados com situações do tipo «urgências só depois das duas horas» ou com intermináveis filas de espera nos SAPs concelhios e hospitais distritais sempre que a urgência não traga as tripas de fora.
Para melhorar a velhice dos portugueses o Governo Sócrates aumentou o número de anos de serviço, alterou a fórmula de cálculo das pensões de forma a reduzi-las substancialmente e criou um esquema de penalização das reformas antecipadas, ainda que por doença, pelo que em Portugal se inaugurou agora a moda de morrer no local de trabalho, uma forma inovadora e rentável de eutanásia.
Para melhorar a empregabilidade o Governo Sócrates prepara a revisão do Código do Trabalho e promove a flexigurança no exacto momento em que as confederações patronais exigem a purga de todo e qualquer resquício social da Constituição da República, pelo que será de esperar não os 150 mil empregos prometidos pelo PS na campanha eleitoral mas a entrada directa de Portugal no Guiness como o país que mais rapidamente levou a cabo no século XXI o maior retrocesso civilizacional de sempre.
É caso para dizer Basta! a tanta melhoria.
Para melhorar a assistência a grávidas e nascituros o Governo Sócrates encerrou maternidades a granel, pelo que agora há cada vez mais mulheres a dar à luz em ambulâncias e já se fala em formar bombeiros nas artes do parto, enquanto não se generaliza o hábito (ou a necessidade?) de recorrer às privadas clínicas que proliferam justamente lá onde os públicos serviços encerraram.
Para melhorar os cuidados de saúde à população de Norte a Sul do País o Governo Sócrates tem vindo a encerrar Centros de Saúde e/ou os respectivos Serviços de Atendimento Permanente (SAPs), pelo que é agora comum os «utentes» – curiosa e nada inocente forma por que passaram a ser chamados os doentes – se verem confrontados com situações do tipo «urgências só depois das duas horas» ou com intermináveis filas de espera nos SAPs concelhios e hospitais distritais sempre que a urgência não traga as tripas de fora.
Para melhorar a velhice dos portugueses o Governo Sócrates aumentou o número de anos de serviço, alterou a fórmula de cálculo das pensões de forma a reduzi-las substancialmente e criou um esquema de penalização das reformas antecipadas, ainda que por doença, pelo que em Portugal se inaugurou agora a moda de morrer no local de trabalho, uma forma inovadora e rentável de eutanásia.
Para melhorar a empregabilidade o Governo Sócrates prepara a revisão do Código do Trabalho e promove a flexigurança no exacto momento em que as confederações patronais exigem a purga de todo e qualquer resquício social da Constituição da República, pelo que será de esperar não os 150 mil empregos prometidos pelo PS na campanha eleitoral mas a entrada directa de Portugal no Guiness como o país que mais rapidamente levou a cabo no século XXI o maior retrocesso civilizacional de sempre.
É caso para dizer Basta! a tanta melhoria.